TRÊS RAZÕES (MAS SÓ 3) PARA OUVIR O NOVO ÁLBUM DE JOSS STONE
No novo disco, que a cantora promove com shows no Brasil, na próxima semana, há três faixas de êxtase sonoro, mas as demais não merecem tanta admiração.
"Free Me", que abre o quarto CD da carreira da moça, é um soul potente, que deveria servir de exemplo para todas as estrelinhas pop metidas a cantoras do gênero, não só nos EUA como no Brasil. O álbum segue com "Could Have Been You", tema pronto para as rádios.
A guitarra de Jeff Beck não faz com que "Parallel Lines" soe com a mesma força. Colour Me Free! só volta a crescer na oitava faixa, "Incredible", cujo título deve se referir também ao baixista Pete Cherry.
Mais convidados, como o saxofonista de jazz David Sanborn e o rapper Nas, pipocam ao longo das 12 músicas (mais uma 13ª, "escondida"), mas a nova lista de canções interessantes de Joss Stone para nas três citadas. Em época de lançamentos fracos, isso não é pouco.

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